Terça-feira, 31 de Março de 2009

Tosa (Tosa-Ken, Cão de Luta Japonês ou Mastim Japonês)

A raça Tosa-Inu (também conhecido por Tosa-Ken, Cão de Luta Japonês ou Mastim Japonês) foi desenvolvida durante o séc. XIX com o propósito de criar um canídeo destemido e robusto para a luta de cães, na época, actividade considerada um desporto.

A evolução desta espécie teve o contributo de várias raças, já que se pretendeu conjugar a lealdade e agilidade para a luta típica dos cães japoneses, com a robustez dos cães ocidentais. Inicialmente, resultou de um cruzamento entre o Kochi e Shikoku e só mais tarde teve o contributo do Bulldog, Mastiff, Bull Terrier, Pointer Alemão e Grand Danois.

Foi desde sempre um animal muito respeitado no Japão, pela sua impressionante estatura e bravura, apesar de ser uma raça relativamente rara.

Reconhecido pela FCI (Fédération Cynologique Internationale ) este cão tem sido importado para os EUA e para a Europa, onde é utilizado como cão de companhia e de guarda.

Temperamento
O Tosa-Inu é um animal que pode-se tornar num excelente cão de companhia e guarda, com um temperamento seguro e leal. Possui as características ideais para cão de família, mas só o é se, durante o seu crescimento, for acompanhado e ensinado pelo seu dono. Daí que estes cães não sejam normalmente aconselhados a pessoas que possuam pouca experiência com animais.

No seio familiar, o Tosa-Inu é um animal calmo, silencioso, protector do território e da família. É reservado perante estranhos, sem ser agressivo. Com as crianças, revelam-se cães seguros, mas já não o são perante animais de estimação desconhecidos. São cães que toleraram perfeitamente bem dor, pelo que podem atacar.

Têm muito potencial como cães de guarda: são destemidos, corajosos, e possuem uma excelente robustez física

Descrição
Este imponente cão apresenta medidas admiráveis que chegam aos 90 Kg de peso, e aos 60 cm de altura mínima na cernelha.

Possui uma pelagem curta, dura e macia, cujas cores variam entre o fogo (com ou sem marcas) e branco (com marcas fogo).

Na cabeça grande e robusta, os olhos são relativamente pequenos, cor de âmbar ou castanho-escuro, e as orelhas de inserção alta, são arredondadas nas pontas e estão normalmente caídas sobre as faces. O pescoço possui papadas e é largo e musculoso. O dorso é nivelado, recto, conferindo-lhe uma postura distinta, e o peito é largo e profundo. Os membros são atléticos, longos e fortes, conferindo-lhe uma movimentação vigorosa e possante.

Observações
Com uma esperança média de vida de 10 a 12 anos, estes animais não apresentam grande propensão para contrair as doenças mais típicas que afectam os canídeos.

É, contudo, importante a prática regular de exercício físico e uma escovagem ocasional para remover o pêlo morto.

Os Tosa-Inu são cães que apreciam a companhia da família, pelo que vivem bem dentro de casa.

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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Akbash Dog

O Akbash cão raça é considerada uma mistura de mastim e gazehound. Esta raça é um cão grande cão com uma compleição física e muscular natureza protectora. Você vai encontrar o Akbash tem grande acuidade visual e tem trabalhado como um cão de guarda ao longo pecuária no passado. Você vai achar esse cachorro raça tende a ter um temperamento estável, sensibilidade e natureza acirrada protetora. Sua aparência típica é todo branco, com aquele órgão muscular, pernas longas, e uma longa cauda. O Akbash é originária da Turquia e oferece uma aparência como a gazela e agilidade. Os machos geralmente são ligeiramente maiores do que as fêmeas. Eles são geralmente 28 a 31 centímetros de altura, e de 75 a 100 quilos.

O temperamento da Akbash normalmente é mesmo temperados. Eles tendem a ser dedicado aos seus proprietários e quaisquer outros animais no ambiente doméstico. Eles tendem a ter instintos maternos para todas as espécies animais, mesmo os pequenos. Você vai achar que pode ser um pouco independente em seu pensamento, mas que torna a sua reação no momento tutor situações um dos melhores. Típico anexos que fizeram com outros animais incluem cervos, alpacas, lhamas, aves, eqüinos, bovinos, e outras formas de gado. Esse comportamento normalmente significa que eles irão tomar para proteger os riscos à sua volta. Você vai encontrar geralmente não agressão ou covardia com estes animais.

Capacitação para o Akbash é importante. Eles precisam ser capazes de distinguir entre amigo e inimigo, bem como agir adequadamente as pessoas em volta. Você não verá um monte de actividade nestes cães. Eles tendem a necessidade passeios diários, mas muitas vezes sentar-se sozinha nunca olhar o cão. Como cachorros eles tendem a ser mais activo, mas que os adultos que crescem fora de querer jogar e brincar ao redor. Para a formação tem de provar que você é o mestre. Eles são um típico pack cachorro e uma vez que eles também são guardiões elas tendem a ter uma afirmação de que devem ser treinados adequadamente. É importante usar um monte de comandos e linguagem corporal na formação do Akbash cão de raça. Você precisa ter contato direto e trabalhar fora do submisso dominante ou comportamentos que o cão pode ter nascido com. Você vai encontrar também a formação deve ser desafiadora devido à sua inteligência.

Para os cuidados que você vai encontrar o cão tem cabelo curto grooming cerca de uma vez por semana ou mais se você estiver caminhando na mata. Coisas típicas de olhar para fora para incluir carrapatos, pulgas e outros parasitas que trava sobre a pele. Eles também têm necessidade de exames odontológicos e vacinas na idade adequada. O cabelo curto faz escova muito fácil, e você devia? Não lhes dão banhos muito frequentemente se de todo. Em alguns casos você pode ter um pouco de raça variação tornando os cães um cabelo de comprimento médio. Neste caso, você terá de prestar mais atenção ao escovar o pêlo do cão por pelo menos duas vezes por semana. Você vai achar que eles não? T tipicamente têm qualquer problemas de saúde fora do comum da maioria das doenças, tais como cães irritações da pele, infecções oculares, doenças cardíacas e as ocasionais. A nutrição adequada e cuidados com os seus cães irão ajudá-los a permanecer saudáveis.

Elas devem ser alimento para animais, numa base diária, com uma rotina estabelecida. Eles exigem uma alta dieta protéica. Você pode achar que é melhor para alimentá-los em intervalos, e não apenas define um prato de comida para ajudar a gerir o seu peso. Você vai encontrar também eles vivem bem nas explorações agrícolas, ou grandes ares, mas não fazem o bem ou apartamentos na cidade como eles são uma raça superior.



Fonte

Terça-feira, 24 de Março de 2009

Old English Sheepdog

País de origem: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Old English Sheepdog (Bobtail)
Utilização: Pastoreio
Sem prova de trabalho

Origem e História

O Old English Sheepdog, também conhecido como Bob Tail, existe há séculos na Inglaterra. Acredita-se que tenha origem no cruzamento do Briard com o Russian Owtcharka, uma raça que tem parentesco com os pastores húngaros.

Antigamente o Old English Sheepdog era utilizado como cão pastor, protegendo rebanhos de ovelhas. No início do século XVIII, estes cães pastores eram isentos do pagamento de impostos na Inglaterra. Como forma de identificação, suas caudas eram cortadas — daí o nome Bob Tail.

O clube do Old English Sheepdog foi fundado na Inglaterra em 1888, e o padrão da raça pouco se alterou desde então. Recentemente, o Old English Sheepdog alcançou extrema popularidade, graças à sua freqüente aparição em anúncios e programas da televisão.

Temperamento: Inteligente, dócil, agitado, obediente e fácil de ser adestrado. Apto ao convívio com crianças, com as quais se mostra um grande amigo.

Aparência Geral: forte, parecendo ser inscrito num quadrado, de estrutura muito harmoniosa e constituição robusta. Absolutamente alto sobre as patas, todo revestido de pelagem abundante. Atarracado, musculoso, firme e cuja expressão é muito inteligente. As formas originais não devem ser modificadas artificialmente por meio de aparo com tesoura ou de tosa. dotado de grande vigor, apresentando uma linha superior ligeiramente inclinada Justificare, visto de cima, possui um tronco em forma de pêra. Apresenta, no trote, um bamboleado típico, embora sua movimentação seja o passo de camelo ou o passo normal. Seu latido tem um timbre próprio.

Movimentação: na passada, o Bobtail bamboleia os posteriores à maneira dos ursos. No trote, o alcance é fácil e a propulsão fornecida pelos posteriores é poderosa, os membros deslocam-se em planos paralelos ao plano medial do corpo. O galope é muito elástico. Em relação à passada lenta, alguns exemplares podem ter a tendência ao passo de camelo. Durante a movimentaçao, o cão pode portar a cabeça naturalmente baixa.

Pelagem: abundante, de textura bem áspera; o pêlo não é reto, mas eriçado e isento de cachos. O subpêlo é uma forração impermeável. A cabeça e o crânio são bem revestidos de pêlos. As orelhas são moderadamente guarnecidas. O pescoço é bem guarnecido, bem como os membros anteriores, principalmente o contorno. A pelagem é mais abundante nos posteriores do que no resto do corpo. É preciso dar mais importância à qualidade, à textura e à abundância do pêlo do que ao simples comprimento.

Cor: todos os tons de cinza, acinzentado ou azul. O tronco e os posteriores têm cor uniforme, com ou sem pequenas manchas brancas (luvas) nas extremidades dos membros. As marcas brancas, nas regiões unicolores, devem ser desencorajadas. A cabeça, o pescoço, os membros anteriores e a face ventral do tronco devem ser brancas com ou sem marcas. Qualquer tom de marrom é indesejável.

Tamanho:
machos: 61 cm
fêmeas: 56 cm.


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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Afghan Hound

Seu aspecto geral deve ser nobre, forte e majestoso. A altura na cernelha vai de 68 a 74 cm, sendo as fêmeas um pouco menores que os machos.

Sua cabeça é longa, reta e fina, com stop moderado. A trufa do nariz é negra ou fígado, olhos pequenos de formato quase triangular, que podem ser escuros ou amarelos.

O pêlo é fino e sedoso, mas deve ser curto ao longo da coluna e mais longo, formando uma franja na parte inferior do corpo. Deve ser escovado frequentemente. A cauda termina com um anel encaracolado.

Suas cores mais comuns são fulvo, negro, tricolor, preto com marrom, creme, mas todas as cores são admitidas.


Temperamento
Corajoso, doce e sensível, gosta de dar loucas corridas eventualmente, por isso é melhor que seja criado em lugares espaçosos. É desconfiado com estranhos, sem contudo demonstrar-se hostil. Não é adequado para guarda, e deve ser treinado de forma gentil, com boas maneiras. De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Afghan é o último colocado. Isso não quer dizer que a raça seja "burra", mas que simplesmente eles não fazem a menor questão de obedecer a comandos.


Saúde
Afghans são uma raça relativamente saudável; a maioria dos problemas de saúde são alergias e câncer. Sensitividade à anestesia é um problema que o Afghan Hound tem em comum com cães de corpo esbelto, pois estes cães tem pouca gordura no corpo.

Afghan Hounds são uma raça que vive bastante, normalmente 13-14 anos.

História
Foi originalmente usada para caçar lobos, raposas e gazelas. Após chegar à Europa e às Américas, graças à sua extraordinária beleza, foi transformado unicamente em cão de luxo. Para que possa participar de exposições, sua delicada e longa pelagem demanda muitos cuidados, portanto não foi mais sendo utilizado na caça.

Sempre se achou que a raça datava da era pré-Cristã, e descobertas recentes por pesquisadores estudando DNAs antigos revelaram que o Afghan Hound de fato é uma das mais antigas raças.

Curiosidades
Sua exportação era proibida em seus países de origem, portanto essa raça chegou à Europa já totalmente desenvolvida apenas no Século XX, por contrabando.

O primeiro cão clonado foi um da raça Afghan Hound chamado de Snuppy.

Antigamente exemplares desta raça eram usados para caçar leões.

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Braco Alemão

De origem alemã, o Braco Alemão de pêlo curto é conhecido na sua terra natal por Deutscher Kuurzhaariger Vorstehhund ou, simplesmente por Deutscher Kurzhaar. Pertence à família dos Bracos Alemães, da qual faz parte a variedade de pêlo de arame (Deutscher Drahthaarige Vorstehhund). Crê-se que a sua ascendência é protagonizada pelo Perdigueiro dos Burgos, Bird Dog alemão, Foxhound Inglês e Pointer Inglês, bem como por outros cães de faro alemães.

Este é um cão relativamente recente, cujo aparecimento remonta aos finais do séc. XIX. Todavia, o seu desenvolvimento deu-se durante os anos antecedentes, durante os quais se apostou na crJustificariação de um novo cão de tiro que apontasse, seguisse os rastos, e recuperasse as presas abatidas, quer em terra, quer nos rios, ou em terrenos pantanosos.

Em 1897, foi publicado o Zuchtbuch Deutsch Kurzhaar (livro genealógico da raça), apesar de existirem Deutscher Kurzhaar com distintas características. Esta diversidade levou a que muitos criadores se empenhassem na obtenção de parâmetros estéticos considerados ideais. Esta não foi definitivamente a orientação que o Príncipe Albrecht zu Solms-Brauenfels (da Casa Real de Hanover) adoptou nesta fase de apuramento da raça. Convencido que os atributos físicos e psicológicos se revelariam a longo prazo bem mais benéficos que as qualidades estéticas, este Príncipe patrocinou o desenvolvimento dos cães que conhecemos hoje.

Em 1925, é exportada uma cria para o Dr. Charles Thornton, na América do Norte, que continuou, nos precedentes cinco anos, a receber mais exemplares desta raça. Em 1930, o Kennel Club americano reconhece esta estirpe e, oito anos depois é formado o German Shorthaired Pointer Club of America. O standard americano da raça foi adoptado em 1946.

Na verdade existem três standards: o alemão (que é o mesmo adoptado pela Federation Cynologique Internationale ; o americano (adoptado pelo Kennel Club americano) e o inglês (utilizado na Austrália, Singapura, Malásia, Nova Zelândia e Hong Kong).

Actualmente, esta raça é criada para diferentes propósitos (cão de exposição, de companhia, etc.), o que por vezes é alvo de alguma crítica por parte daqueles que pretendem preservar o inicial intuito para o qual foi criada. Talvez por isso, foi criada a North American Deutsch Kurzhaar, em 1993, afiliada da sua congénere na Alemanha, que pretende preservar os tão apreciados instintos de caça que existem nesta linhagem.

Temperamento
Os Bracos Alemães de Pêlo Curto são excelentes cães de família e de tiro. Em casa, são alegres, altamente energéticos e apreciam a companhia dos seus donos. Como não lidam bem com a solidão, estes animais são uma companhia sempre presente, que necessitam de atenção e adoram participar nas mais diferentes actividades ou jogos que lhes são propostos.

Na sua relação com as crianças são amigos e brincalhões, mas é sempre aconselhável que sejam supervisionados. São cães relativamente sociáveis se forem habituados a conviver com estranhos. Tal aspecto pode ser melhorado se, durante o seu crescimento, os habituarem a estar perante pessoas e animais fora do círculo familiar.

Dada a sua tendência para ladrar, este cão revela-se ainda um óptimo cão de guarda.
Como cão de tiro, é um parceiro inteligente, versátil e dotado com grande resistência física. Adapta-se a quase todos os cenários: quer em terra, quer nos rios ou terrenos pantanosos - onde desempenha com eficácia as funções de cobro, apontar e perseguir a caça.

Este elegante cão de tiro, mede entre os 58-64cm (machos) e 53-59cm (fêmeas) na cernelha. O seu peso pode oscilar, nos machos entre os 25-31,7Kg e, nas fêmeas, entre os 20,2-27,2 Kg.

A sua pelagem é curta, áspera e lisa, de coloração uniforme (cor fígado) ou manchada (fígado com manchas e/ou riscas brancas; ou preto com manchas brancas e/ou riscas brancas).

A cabeça é larga e bem delineada e o chanfro é ligeiramente definido. Os olhos são de tamanho médio, normalmente castanhos escuros, e as orelhas são largas, de inserção alta, trazidas pendentes junto às faces. Este cão é dotado com uma belíssima postura, uma vez que possui uma construção harmoniosa e robusta. O pescoço é muito musculoso, de comprimento proporcional ao corpo, e o peito é bastante mais profundo que largo. O dorso é musculado tal como o lombo, que é curto e largo.

O Braco Alemão tem uma esperança média de vida que oscila entre os 12 a 15 anos. É normalmente considerado um cão saudável, mas convém indicar quais os problemas mais comuns aos quais se deve estar especialmente atento: epilepsia, obesidade, doenças da pele, displasia da anca e doenças genéticas da visão.

A pelagem deve ser escovada semanalmente, altura em que se devem verificar as orelhas para a prevenir infecções.

Estes cães são exigentes em espaço e actividade. O ideal é que disponha de uma área cercada na qual possam estar livremente. Vivam ou não fora de casa, a prática de exercício físico é extremamente importante, não só para a sua condição física, como também para o seu bem estar psicológico.

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

West Highland White Terrier

West Highland White Terrier, também conhecidos pelo apelido de Westie, é uma raça de cães conhecidos pela personalidade alegre e sua pelagem branca e brilhante. São amigáveis, se dão bem com crianças e demandam muita atenção. Como todos os terriers eles tem personalidade forte para seu pequeno tamanho. Essa raça ficou bastante conhecida no Brasil pelas propagandas do provedor de internet IG, e no resto do mundo pelo uísque escocês Black & White e pela marca de comida para cães Cesar.

Os Westies tem um olhar penetrante com olhos que vão do marrom escuro ao preto. As orelhas são pequenas pontudas e eretas, dando a eles uma aparência de estar sempre alerta e pronto para tudo. Hoje é possível ver o comportamento deste pequeno caozinho com o exemplo de ClariCotks white, essa espécie segmentada através de um comportamento único que hoje exclusivamente uma família pertencente em Guarulhos na regiao de Ponte Grande mantém um exemplar. Atendendo como ClariKotks, ela é agil, sempre atenta, e vive roubando alimentos da mesa. Outro exemplo desta raça pode ser encontrado em Guarulhos, na Vila Sorocabana o filhote que atende pelo nome de Ralph também é muito voraz e agressivo com seu jacaré vermelho de plástico.

Seu peso varia entre 7.5 e 10 kg e a altura média é de 28 cm nos ombros. A cauda tem forma de cenoura, com cerca de 12 a 15 cm e está sempre de pé. Não se deve cortar as caudas dos Westies.

O peito é largo e os membros musculosos, o crânio ligeiramente convexo com uma mandíbula curta e bem encaixada com mordedura em forma de tesoura (caninos inferiores à frente dos superiores e incisivos superiores sobre os incisivos inferiores). Os dentes parecem grandes para o tamanho do animal. As orelhas devem ficar eretas, mas não apontam diretamente para cima; a posição das orelhas é essencial durante as exibições em exposições caninas.

A pelagem é macia e densa na parte inferior e mais grossa na parte superior com cerca de 3 cm de comprimento, necessitanto de escovagem frequente. Alguns Westies tem marcas nas costas ou nos pés, mas essa característica é indesejavel nos animais de exposição. A pelagem natural é de tamanho médio e desgrenhada, como no Cairn Terrier. Alguns criadores preferem o "corte do leão" ("lion cut", em inglês) onde o pelo do rosto é naturalmente longo, mas o resto do corpo é tosado.

Temperamento
Essa raça, que descende dos terriers de trabalho, tem bastante energia, tenacidade e agressividade para com suas presas que eram de origem as raposas menores, coelhos, esquilos e outros animais de pequeno porte. Sua história deu aos Westies um temperamento destemido que leva muitos a dizer que é um "grande cão num corpo pequeno". Estão sempre alertas e se consideram como cães de guarda, apesar de seu tamanho não se mostrar em nada intimidador. São grandes companheiros e se dão muito bem com outros animais. Mesmo assim, deve-se tomar cuidado ao apresentá-los a animais domésticos, como gatos por exemplo. São também ótimos com crianças.

Por causa de seu tamanho reduzido são excelentes cães de apartamento, necessitando apenas de uma longa caminhada diária, mas não se incomodam se vez por outra elas não forem possíveis. São também ótimos companheiros de viagem pois se adaptam facilmente a novas situações e a novas pessoas, e também por seu tamanho. Têm muita energia, mas se cansam facilmente e precisam de vários cochilos durante o dia. Como todos os outros cães, o Westie responde melhor a amor e carinho do que à crueldade. Como em todos os terriers métodos rudes de adestramento esbarram em seu caráter obstinado e teimoso, mas métodos mais brandos e amigáveis surtem ótimo efeito.

Os Westies são excelente compania para idosos, deficientes e crianças em geral.

Cuidados
Westies costumam ter problemas de ressecamento da pele e banhos demasiado frequentes podem agravar estes problemas. O clima quente do Brasil por outro lado, exige banhos mais frequentes dos animais, e enquanto os europeus e norte americanos recomendam banhos em intervalos de 1 mês ou mais, veterinários do Brasil recomendam banhos com frequencia semanal. Qualquer que seja este intervalo, escovações frequentes se fazem necessárias para homogeneizar os óleos naturais e manter a pelagem limpa. Usar xampus sem detergentes ou para bebês pode ajudar a manter a pele do Westie hidratada. Independentemente da frequência dos banhos a limpeza das orelhas deve ser feita toda semana, usando-se bolas de algodão, para prevenir acúmulo de cera e infecções.

Saúde
Como a maioria dos cães, esses terriers precisam de 13 horas de sono distribuídas pelas 24 horas do dia. O sono dos Westies se adapta, em geral, ao sono de seus companheiros humanos, acrescido de várias "sonecas" diárias para compensar as diferenças de sono. Por serem bastante independentes, toleram periodos moderadamente longos de solidão.

História
Os Westies descendem do Cairn Terrier que por vezes davam a luz a filhotes brancos, e também de filhotes brancos do Terrier Escocês. Filhotes brancos de outros terriers britânicos, como o Bedlington Terrier ou o Dandie Dinmont Terrier também foram introduzidos nos cruzamentos para agregar características desejadas, mas esta prática se encerrou a partir da década de 1850.

Alguns indicam o Coronel Edward Donald Malcolm de Poltalloch, na região de Argyll ao oeste da Escócia como o primeiro criador dessa raça no século XIX. Outras fontes dão o mérito a George Douglas Campbell, oitavo Duque de Argyll e chefe do Clã Campbel como o primeiro criador. Entretanto pode ter havido colaboração entre estes dois criadores. É provavel que tenha levado mais de 100 anos de cruzamento selecionado para gerar todas as características desejadas na raça. A pelagem branca faz com que fiquem bem visíveis durante as caçadas pelos descampados escoceses, facilitando distinguí-los das suas presas. Esse fator era de extrema importância pois os caçadores confundiam os cães de cor parda com as raposas, e acabavam por matá-los por engano.

De início os Westies eram conhecidos como Poltalloch Terriers (por causa da região onde residia Edward Donald Malcolm), mas também foram conhecidos por Roseneath Terriers, já que Roseneath era o lar dos Duques de Argyll. Em seguida, foram chamados de White Roseneath Terriers e no final do século XIX como variante branca do Terrier Escocês.



Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Basset Azul da Gasconha (Basset Bleu de Gascogne)

Origem: França


Data de origem: Idade Média

Esperança de vida: 12 a 13 anos

Classificação: Cães de Levante e Corso - Cães de tamanho pequeno

A raça renasce no final do século 19, incentivados por alguns caçadores do oeste. Desde então, sua evolução tem sido constante tanto no plano do melhoramento morfológico como na preservação de suas qualidades de cão chamado “sulista”.


ASPECTO GERAL - basset bem típico revelando a grande raça da qual descende; bem corpulento, sem ser muito pesado.
PROPORÇÕES - altura na cernelha / Comprimento do tronco em torno de 5/8.
- Profundidade do peito / altura na cernelha em torno de 2/3.

TALHE
• Altura na Cernelha Macho: Altura Máxima - 38 cm
Altura Mínima - 34 cm
Altura Ideal - padrão não comenta.

Fêmea: Altura Máxima - 38 cm
Altura Mínima - 34 cm
Altura Ideal - padrão não comenta.

• Comprimento - padrão não comenta.
• Peso - padrão não comenta.

TEMPERAMENTO - olfato muito apurado. Ativo, ágil e vigoroso. Atento na sua forma de caçar; dotado duma bela voz de urrador. Trabalha facilmente numa matilha. Cão afetuoso, e alegre; necessita brincar muito em retribuição.

PELE - não muito fina; flexível. Preta ou fortemente marmorizada de manchas pretas, jamais inteiramente brancas. Mucosas pretas.

PELAGEM - Pêlos: curtos semi-grossos, densos.

COR - inteiramente malhada de preto e branco, conferindo um reflexo de cor azul ardósia; marcado ou não com manchas pretas mais ou menos extensas. Duas manchas pretas vêm geralmente situadas em cada lado da cabeça, cobrindo as orelhas, envolvendo os olhos e parando nas bochechas. Essas manchas não se unem no topo do crânio; elas deixam um intervalo branco, ao centro do qual se encontram, freqüentemente, uma pequena mancha preta, de formato oval, típica da raça. Duas marcas castanhas mais ou menos vivas situadas acima das arcadas superciliares produzindo um efeito de quatro olhos. Encontra-se igualmente traços de castanho nas bochechas, nos lábios, nas faces internas das orelhas, nos membros e sob a cauda.

CABEÇA - Padrão não comenta
REGIÃO CRANIANA
• Crânio - visto de frente, ligeiramente abobadado sem ser muito largo; a protuberância occipital é marcada; visto de cima a parte posterior do crânio tem formato de ogiva. A testa é cheia.
• Stop - discretamente acentuado.

REGIÃO FACIAL
• Focinho - de mesmo comprimento que o crânio; forte; cana nasal ligeiramente arqueada.
• Trufa - preta, larga; narinas bem abertas.
• Lábios - bastante caídos, cobrindo bem a mandíbula e conferindo à extremidade do focinho um perfil quadrado. A comissura labial é bem marcada sem ser frouxa.
• Bochecha - secas; a pele pode exibir uma ou duas rugas.
• Mordedura - articulados em tesoura. Incisivos inseridos ortogonalmente em relação aos maxilares.
• Olhos - marrons, ovais, parecendo profundos. Expressão doce, um pouco triste.
• Orelhas - características do “azul”; são finas, enroscadas, terminando em ponta e devem poder ultrapassar a extremidade da trufa. A orelha é estreita na inserção que fica bem abaixo da linha dos olhos.
PESCOÇO - bastante longo, um pouco arqueado; barbelas moderadamente desenvolvidas.
TRONCO
• Linha superior - Padrão não comenta
• Cernelha - Padrão não comenta
• Dorso - longo, bem firme.
• Peito - Amplo, de comprimento bem desenvolvido; profundo abaixo do cotovelo. Esterno muito saliente para frente e bem prolongado para trás.
• Costelas - bem arqueadas.
• Ventre - bem profundo.
• Lombo - curto, bem conectado, às vezes arqueado.
• Garupa - ligeiramente oblíqua.
MEMBROS
Anteriores - fortes, ligeira torção podendo ser tolerada até a semi-torção (semi-tortas).
• Ombros - musculados, sem serem carregados, e inclinados.
• Braços - Padrão não comenta
• Cotovelos - bem ajustados ao tórax.
• Antebraços - Padrão não comenta
• Carpos - Padrão não comenta
• Metacarpos - Padrão não comenta
• Patas - formato oval alongado; dígitos secos e fechados. Almofadas e unhas negras.
Posteriores - por trás uma linha vertical partindo da ponta da nádega passa pelo centro da perna, do jarrete, do metatarso e da pata.
• Coxas - longas e musculadas.
• Joelhos - Padrão não comenta
• Pernas - Padrão não comenta
• Metatarsos - curtos e fortes.
• Jarretes - grandes; ligeiramente angulados; muito curtos.
• Patas - formato oval alongado; dígitos secos e fechados. Almofadas e unhas negras.
CAUDA - forte na raiz; portada em forma de sabre; às vezes um pouco mais longa e tosca, ligeiramente eriçada (como orelhas de trigo) em direção à ponta. Em repouso sua extremidade apenas toca o solo.
MOVIMENTAÇÃO - balanceada e bastante fácil.

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